Sem saber
Sabe aquela cena em filme/livro em que a personagem principal recebe uma carta ou vê algo que muda todo o curso da história? E então a história vai para um ponto totalmente diferente, com outras personagens e… chega o final da história e acaba tudo bem, com todos felizes. Só que ficamos sem saber o que foi visto ou lido naquela cena tão decisiva.
Quando isso acontece me dá uma raiva imensa. Terminar a história sem saber qual foi o motivo que levou ao perdão, para a reconciliação ou apenas ao final do filme é um saco. Entendo que não contar tem seus mistério também. Continuar com a magia, deixar por conta da criatividade também é bastante estimulante. Esse fato aconteceu com o último livro em que li: Desculpa se te chamo de amor, de Federico Moccia. Uma linda história de amor entre um casal que posuem visões e estilos de vida totalmente diferentes, além de existir uma grande diferença de idade (aproximadamente 20 anos). Eles reconciliaram após ela ter recebido uma carta escrita por ele e vai até o seu encontro. Agora a pergunta que não quer calar: O que a carta continha?
Ah, mas isso é algo que nunca saberemos. Ou melhor: cada um poderá escrever a carta que melhor lhe apetecer dando asas para a imaginação.
Obs: Parece que foi publicado a continuação dessa história. Infelizmente não foi lançada uma versão em português, mas para quem sabe ler em italiano fica a dica: Scusa Ma Ti Voglio Sposari.






Apenas para não perder o costume sobre tratar de filmes, ontem assisti “O casamento de Rachel” (Rachel getting Married) com a Anne Hathaway (indicada ao Oscar de melhor atriz). Para quem não lembra dela, ela atuou em Diário de uma Princesa, O segredo de Brockeback Mountain, O diabo veste Prada, Agente 86). O filme trata da volta de Kimmye (Anne Hathaway) de uma clínica de reabilitação para o casamento de sua irmã Rachel (Rosemarie deWitt). Kim utilizou drogas por um longo período, causando uma desestabilização na sua família. Com a sua volta, todos os problemas de antes voltam e desestruturam a família.
